Qualquer coisa dita sobre o cenário econômico do país ou sobre nosso mercado de trabalho na atualidade é atrelada a uma onda de pessimismo e negatividade. Muitos empresários e colaboradores estão sem fé que as coisas melhorem a curto prazo. E eles podem estar certos.
Em um momento como esse, o diferencial que uma organização tem é a sua força de trabalho, as pessoas, pois os procedimentos e meios tecnológicos podem ser adquiridos, o capital humano não. Sendo assim, o momento exige um maior comprometimento das equipes, flexibilidade a mudanças e atitudes positivas e inspiradoras. Os mais dispostos e focados serão destaque.
As empresas nesse momento tendem a valorizar os colaboradores comprometidos com suas tarefas. Aqueles que tomam a iniciativa e sabem procurar as consequências de seus trabalhos e cobrar dos seus colegas a participação ativa e não reativa na execução das tarefas. Que desenvolvam a capacidade de ver o futuro, sabendo que o comprometimento está intimamente ligado aos resultados que almeja. E que sejam alegres e bem-humorados.
Em contrapartida os apegados a modelos passados e reticentes as mudanças poderão sofrer mais. É hora de pensar coletivamente, afinal todos dependem dos objetivos a serem atingidos, e o trabalho em conjunto alinhado se torna poder competitivo para empresa perante o mercado.
Aquela velha fábula do beija-flor que fazia sua parte para apagar o incêndio não funciona mais. Precisamos que o beija-flor inspire outros beija-flores a cumprir a tarefa. O investimento em conter a crise deve partir de todos envolvendo-os em uma única mensagem e direção. O trabalho de cada colaborador somado ao coletivo será o destaque para as grandes transformações. Só assim, no curto prazo vamos remar contra essa maré.


