Aquilo que não nos mata nos torna mais forte, já diziam os antigos. E é assim que devemos encarar o nosso dia-a-dia, seja no trabalho ou naqueles dias mais pesados onde nos esforçamos para resolver um “pepino”. A verdade é que esses são os dias que mais nos ensinam, trazem novas experiências. É então, nessas adversidades que encontramos um novo caminho para fazer o que já fazemos.
Porém, algumas pessoas são mais rígidas e perdem o controle quando o trabalho não sai como planejado, e os problemas aparecem. Estas pessoas tendem a somatizar problemas, transformando-os em uma grande e extensa muralha, prejudicando o processo de trabalho. Infelizmente, colaboradores que agem assim estão perdendo seu lugar no mercado de trabalho, pois, com o grande fluxo de acontecimentos diários é importante saber absorver as informações e manter-se firme seguindo em frente.
É dessa forma que o profissional resiliente tem sua competência valorizada, porque consegue absorver os erros do processo e continuar o trabalho. Ele não problematiza os percalços, e sim, busca organizar de forma equilibrada o que precisa ser feito. Estes profissionais são aqueles que mesmo sofrendo revezes conseguem se reerguer, conseguem encontrar o seu ponto de equilíbrio enquanto são pressionados. O difícil é conseguir identificá-los, porque há muitos que ficam calmos, ignorando o problema e seguindo em frente, mas no decorrer do processo explodem. A verdade é que eles acumulam e não absorvem os acontecimentos.
As pessoas que fazem isso estão equivocadas com o conceito de resiliência, pois, ser resiliente como dito acima é saber encontrar o equilíbrio emocional enquanto as coisas desmoronam. E embora muitos achem que não se possa aprender a ser resiliente, a verdade é que é possível sim. Não só aprender como aprimorar esta característica, como diz Beth D’Elia ser resiliente está acessível a todos e pode ser aprendida e treinada, com muito esforço, persistência e exercício constante.
É importante também entender que ao se tornar resiliente você não se torna um super-herói, você ainda pode e deve ajuda às outras pessoas, e como todas as outras competências o exercício traz a perfeição.
Para saber como exercitar sua capacidade resiliente veja nosso post: Sete comportamentos para exercitar sua resiliência.
É dessa forma que o profissional resiliente tem sua competência valorizada, porque consegue absorver os erros do processo e continuar o trabalho. Ele não problematiza os percalços, e sim, busca organizar de forma equilibrada o que precisa ser feito. Estes profissionais são aqueles que mesmo sofrendo revezes conseguem se reerguer, conseguem encontrar o seu ponto de equilíbrio enquanto são pressionados. O difícil é conseguir identificá-los, porque há muitos que ficam calmos, ignorando o problema e seguindo em frente, mas no decorrer do processo explodem. A verdade é que eles acumulam e não absorvem os acontecimentos.
As pessoas que fazem isso estão equivocadas com o conceito de resiliência, pois, ser resiliente como dito acima é saber encontrar o equilíbrio emocional enquanto as coisas desmoronam. E embora muitos achem que não se possa aprender a ser resiliente, a verdade é que é possível sim. Não só aprender como aprimorar esta característica, como diz Beth D’Elia ser resiliente está acessível a todos e pode ser aprendida e treinada, com muito esforço, persistência e exercício constante.
É importante também entender que ao se tornar resiliente você não se torna um super-herói, você ainda pode e deve ajuda às outras pessoas, e como todas as outras competências o exercício traz a perfeição.
Para saber como exercitar sua capacidade resiliente veja nosso post: Sete comportamentos para exercitar sua resiliência.


